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A reforma tributária já começou — e o empresário precisa agir agora

  • Foto do escritor: Felipe Borges
    Felipe Borges
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

A ideia de que a reforma tributária só passa a existir quando novos impostos começam a ser cobrados é equivocada. Embora a CBS e o IBS ainda não estejam sendo exigidos, o processo de implementação já está em curso, e 2026 marca um momento decisivo para as empresas.


Na foto: em entrevista para a Rádio Super Marajoara, o advogado Felipe Garcia Lisboa Borges orienta o empresariado paraense sobre a importância das empresas se anteciparem aos problemas jurídicos, pela compreensão do que exige a legislação e realização dos ajustes necessários.
Na foto: em entrevista para a Rádio Super Marajoara, o advogado Felipe Garcia Lisboa Borges orienta o empresariado paraense sobre a importância das empresas se anteciparem aos problemas jurídicos, pela compreensão do que exige a legislação e realização dos ajustes necessários.

Esse ano inaugura o período de testes da reforma tributária. Na prática, é a fase em que as empresas devem ajustar cadastros fiscais, revisar contratos e adequar a emissão de notas fiscais à nova lógica do sistema. Ainda não há cobrança efetiva, mas já existe a necessidade de organização. Ignorar esse momento significa abrir mão da chance de se preparar com antecedência.


A cobrança dos novos tributos tem início em 2027 e será feita de forma gradual até 2032. A partir de 2033, o novo sistema passa a vigorar integralmente. As escolhas feitas agora, portanto, influenciam diretamente o custo tributário, a segurança jurídica e a continuidade da operação nos próximos anos.


O período de testes não é um detalhe técnico. Trata-se de uma oportunidade concreta para ajustar processos sem o impacto imediato da carga tributária. Empresas que utilizam esse tempo de forma estratégica conseguem testar sistemas, corrigir enquadramentos e revisar contratos com previsibilidade. As que deixam para reagir apenas quando a cobrança começa tendem a enfrentar custos maiores, retrabalho e riscos desnecessários.


A reforma tributária não deve ser tratada como um evento pontual, mas como um processo de adaptação empresarial. Revisar contratos, compreender a natureza das operações e alinhar a estrutura fiscal passam a integrar a gestão do negócio, e não apenas o cumprimento de obrigações legais.


O momento de agir é agora. O ano de testes existe para permitir ajustes conscientes e planejados. Empresas que se antecipam atravessam a transição com estabilidade. As que ignoram o processo acabam corrigindo sob pressão.


A reforma tributária exige estratégia, não susto. Antecipar-se, nesse contexto, é uma decisão racional de gestão.


No Valente & Borges, além do suporte aos clientes na preparação para a reforma tributária, a gente também faz questão de levar esse debate para fora do escritório, falando sobre o tema em entrevistas de rádio e TV, instruindo e comunicando a sociedade sobre a legislação tributária e empresarial.

 
 
 

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